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Grupo de Folclore
da Casa do Povo
do Caniçal
CONTACTO
Sítio Palmeira de Baixo
9200-041 Caniçal
telefone:
965630292 / 917702634
e-mail:
folclorecanical@gmail.com
FUNDAÇÃO
19 de Janeiro de 1991
ENSAIO:
Quinta-feira
20h30m
Casa do Povo do
Caniçal
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O Grupo
apresentou-se em público na Festa
de S. Sebastião, padroeiro da freguesia, como Grupo Cultural e Recreativo
do Caniçal. A partir de Julho de 1992,
o grupo passa a denominar-se “Grupo
de Folclore da Casa do Povo do Caniçal”, e como é evidente,
fica sob a tutela desta instituição.
É composto por cerca de 40 elementos, com idades compreendidas
entre
os 5 e 78 anos.
Caniçal
O Caniçal, vila piscatória do concelho de Machico tem
uma população
de cerca de 5000 habitantes que é caracterizada
pela sua unidade, dinamismo e alegria.
Esta vila conhecida noutros tempos pela caça da baleia, conserva
vestígios desta actividade no Museu da Baleia.
No extremo este do Caniçal, encontra-se a Ponta de São
Lourenço, que se caracteriza por altos penhascos e profundos vales
que se dirigem para o oceano em forma de pequenos ilhéus. A freguesia
possui ainda a única praia de areia natural da Madeira, a Praínha.
Nesta freguesia situa-se ainda a Zona Franca da Madeira.
Principais canções e danças
tradicionais
Baile do Caniçal, Barqueiro; Ceifa; Lavrador do Caniçal,
Baile da Lagoa, Galinha Pintada, Mourisca do Caniçal, Ciranda,
Padeirinha, Viuvinha
Trajes
A indumentária do Grupo de Folclore da Casa do Povo do Caniçal
teve como base uma recolha feita pelo próprio grupo, recorrendo
aos testemunhos dos anciãos e às poucas fotografias que
se conseguiram visualizar em alguns livros. Por toda a ilha os trajes
tinham características semelhantes. Uma das grandes diferenças
estava nas cores, que no Caniçal não eram garridas como
noutras partes da ilha.
O traje do Caniçal é grande parte dele relacionado com
o mar.
O homem - carapuça, calça curta e camisa branca, e bota
chã de cano alto. Esta roupa era usada para o trabalho.
Ainda para o trabalho, chapéu preto, calças e camisa de linho
com colete de seriguilha e botas chá.
Para o Domingo, barrete, colete e calças de seriguilha cuja lã provinha
das ovelhas que por ali pastavam e era tecido em Machico, por não haver
teares na localidade. A camisa era de linho com botões dourados no cabeção.
A
mulher- mantilha branca na cabeça, blusa branca de linho saia
castanha de seriguilha, botas de cano curto. Ainda como fato domingueiro,
carapuça com toalha de cabeça, blusa branca de linho, sobre
os ombros uma capa de baieta, saia escura de baieta, que compravam aos
vendedores ambulantes que percorriam toda a ilha e bota chã.
Para o trabalho usavam ainda, xaile de barra de seda ou lenço
branco na cabeça, blusas floridas e saia branca de
linho, estopa ou seriguilha com bota chã.
Representações Nacionais:
Festivais e outros eventos de Norte a Sul de Portugal e Açores.
Representações internacionais:
Espanha e Inglaterra
Outras actividades
(...)
Publicações/Edições
Cassete e CD-áudio
"Ai o meu berço era a proa de um barco"
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